quarta-feira, 19 de junho de 2013

Imagina na Copa...

Muitos ainda fazem previsões para o que vai e não vai acontecer na Copa do Mundo. Uma empresa pegou essa “sacada” dos brasileiros e pôs nas publicidades. Outros usam para aspecto negativo e outros para o positivo. Fato, é que já não imagino mais “na Copa”. Estamos nela. 

Está certo que é a Copa das Confederações e não a do mundo. No entanto, é valido lembrar que já estamos na Copa há muito tempo. Não imagino mais os aeroportos cheios e caóticos, as avenidas intransitáveis e por consequência a mobilidade negativada ou inexistentes em nosso país.

Não imagino na Copa, mas agora. O que nós temos de benéficos hoje? Afinal, na Copa nada será problema para a gente, pois os polícias e Exercito estarão nas ruas para nos conter. Isso mesmo. As forças, que são pagas com o nosso dinheiro, estarão à disposição para nos conter em nossas manifestações, opiniões e até transporte de vinagre ou do que eles entenderem como ameaça.

Nós, brasileiros, devemos deixar de sermos otários. Cunhados em meio à república de circo, por que o pão com a inflação também não está dando para o dia a dia. República de circo que nos impõe várias coisas e não importa com a realidade local de seu povo.

Há pouco, o governo “emprestou” um dinheiro a Cuba. Não sou socialista, não sou comunista, não sou de direita e muito menos capitalista. Sou do que é certo. Diante isso eu me questiono como nosso país carente em tantas coisas pode emprestar dinheiro aos vizinhos? Aos “amigos”?

Imagina na Copa? Não. Não imagino na Copa e muito menos nas Olimpíadas. Eu vivencio a realidade das filas do SUS, do INSS, do sistema prisional decaído – mas que tem espaço para protestantes contra aumentos e caprichos de governos como é o caso dos paulistas e tantos outros -, das escolas destruídas, do salário fuleiro dos professores, das cotas quando na verdade tínhamos de ter educação de qualidade em todos os níveis. Escola publica para o publico, o povo.

Vivo a realidade de não tapar o sol com a peneira. É melhor bronzear nele sem ela ou ficaremos quadriculados. Cheios de esperança por uma falsa sombra de benefícios.

Imagina agora nas eleições. Você votando com consciência. Escolhendo candidato ficha limpa. Candidatos qualificados. Pessoas de bem. Políticos que realmente fazem política. Políticos que entendem o que é e para que serve um vereador, um prefeito, um deputado , governador e presidente.


Bastilhas tem cair em nossa sociedade atual. A primeira deve ser nosso ignorância política e cidadã. Depois as outras serão dilaceradas.

Lembro aqui o Papa Francisco, ainda em lua de mel com a Igreja e o mundo, ao falar recentemente que a política só está essa merda – lógico que ele não disse assim –porque os cristãos – maioria neste país – não entraram na política como se deveria, com verdade e justiça. Sendo cristãos de fato. Muito ao contrário meus amigos. Eles entraram de cabeça no lamaçal.  Se porcos e adoram a “lavagem” alimentícia da corrupção.

Que o gigante realmente acorde e permaneça acordado. Espero que ele não esteja apenas levantando, coçando o saco, apreciando a paisagem e em 2014 volte sorrateiramente para a cama.

E sabe o que é o melhor de tudo isso? Nós brasileiros aprendemos a nos mobilizar em rede. Uso das redes sociais para organizar os protestos que sacodem o país, ou melhor, explodem, como diz a manchete da Aljazira, é fenomenal e histórico para nós brasileiros. 

A muito debatemos as redes como entretenimento puro e simples. Hoje a vemos muito mais como uma ferramenta social, que de fato é, do que um simples canal de diversão. Acordamos não só para o nosso papel social, mas para o uso da tecnologia comunicativa.  


Por Marquione Ban

sexta-feira, 14 de junho de 2013

#hashtags: de onde elas vieram?


As coisas na internet aparentemente são muito rápidas, só que não. Sempre temos essa impressão porque na verdade a internet é muito superficial e modista. Para realmente ter noção de tempo aqui é preciso ser mais hiperlinkado e navegar em redes profundas.

Olha só a prova disso. A Google em suas redes sociais já adota as #Hashtags a muito tempo e só agora o Facebook vai aderir ao famoso jogo da velha. Com a net é superficial em breve esqueceremos que o Face ficou muito, muito tempo mesmo, sem esse recurso disseminado até pelo jornais impressos em seus diários. Para alegria de alguns e desespero de outros. Um bilhão de usuários terão acesso à função nos próximos dias.

Mas de onde vem a Hashtag? Com vocês a explicação retirada do site Gizmodo

por Felipe Ventura | Mas quem criou a hashtag? E quem ajudou a difundi-la? A resposta para as duas perguntas envolve um rapaz chamado Chris Messina.

A inspiração para usar o # (jogo da velha) veio do IRC. Nele, você inicia a mensagem com #nomedocanal para dizer que ela pertence a certo grupo ou assunto.

Uma rede de microblogging decidiu adotar a ideia: o Jaiku, comprado pelo Google em 2007 (e fechado em 2012). Nele, você podia criar canais iniciando sua mensagem com #nomedocanal. Cada canal reunia mensagens com conteúdo semelhante.

Em 2007, alguns usuários do Twitter pensavam em criar grupos na rede social. No entanto, Chris Messina, um conhecido defensor do código livre, propôs algo maior do que grupos: “eu estou mais interessado em simplesmente ter uma experiência melhor de ouvir o que outros estão dizendo no Twitter”. Ele fez uma propostaformal de como isto seria incorporado à rede social, e foi o primeiro a usar a hashtag:

how do you feel about using # (pound) for groups. As in [msg]?

Dessa forma, era possível agrupar tweets com conteúdo semelhante. Então Messina criou a hashtag; e Stowe Boyd, que comentou as ideias de Messina em seu blog, cunhou o termo, em um post chamado “Hash Tags =Grupos para o Twitter“.

E assim começava a era da hashtag. No entanto, ela demorou a vingar: foi só em 2009 que o Twitter começou a transformar todas as hashtags em links que levavam à interface de busca, reunindo os tweets com a mesma palavra. No ano seguinte, foi criada a seção “Trending Topics” – aí as hashtags decolaram.

À medida que o Twitter se tornava mais popular, inclusive na mídia, as hashtags ganhavam espaço e começavam a ser usadas mesmo fora darede social: era uma forma de acrescentar contexto, humor ou ironia a mensagens de chat, e-mails, SMS e outras.

Em breve as hashtags tomaram conta do Facebook 

Então ela começou a ser adotada por outras redes sociais. Chris Messina trabalha para o Google desde 2010. No ano seguinte, após o lançamento do Google+, ele logo propôs que a nova rede adotasse hashtags também. Em alguns meses, Vic Gundotra anunciava a novidade em um #googleplusupdate. (Hoje, Messina trabalha como designer para a experiência de usuário do Google+.)

E este é apenas um dos casos. Tumblr, LinkedIn, Pinterest, Instagram adotaram as hashtags – até mesmo as comunidades do Orkut! Então na verdade o Facebook era a grande exceção… até agora.

Por que a demora? Como aponta John Herrman no BuzzFeed, porque as hashtags no Facebook deixam os posts públicos realmente públicos. Ao clicar em uma delas, você é levado para uma lista que agrupa os posts com a mesma hashtag: é um estímulo a mais para pessoas que não conhecem você curtirem e comentarem o que você publica. Como a rede social se envolveu inúmeras vezes em questões de privacidade, não é surpresa que eles tenham demorado a adotar hashtags.

E por que adotá-las agora? Bem, talvez porque o Facebook queira se tornar um destino para informação em tempo real, e dar aos anunciantes um público mais engajado com a rede social. Afinal, quanto mais você usa o Facebook, mais dinheiro os anunciantes pagam, e mais contentes ficam os acionistas.


Então quando você usar alguma #hashtag no Facebook – elas serão liberadas nas próximas semanas – esta será a culminação de algo criado há seis anos. Se as pessoas vão usar hashtags do jeito certo, bem, aí é outra história. [ The Atlantic - Wikipedia - BuzzFeed - New York Times;]

terça-feira, 11 de junho de 2013

Convergência de Mídias nos coloca como protagonistas da informação

Vivemos em uma era digital e pós-globalização.  Não estamos mais sozinhos em nossas tribos e isolados geograficamente. O mundo digital nos levou a um novo sentido de fronteira, seja ela geográfica ou metafórica. As fronteiras comunicacionais foram ao longo do século passado sendo derrubadas uma a uma e afloraram em um grande jardim, onde flores de inverno nascem junto às da primavera.

Cinema, Impresso, TV, Rádio e tantas outras deixaram de ser mídias individuais e concorrentes em suas qualidades e passam a flertar descaradamente umas com aos outras. Interatividade é a palavra que norteia a convergência de mídias. Isso é possível não pelo advento da internet, mas por sua presença real no cotidiano das pessoas.

Antes de tudo é válido lembrar que convergir, com relação às mídias atuais, não significa mudar de direção simplesmente, ou ainda replicar conteúdos feitos em várias mídias diferentes, mas interagir ao ambiente. Fazer de nosso habitat uma nova casa literalmente.  Inserir o usuário daquela comunicação no fazer, ou seja, fazer com ele seja  e faça a comunicação junto ao produto, reportagem ou outra coisa. As pessoas agora querem ser protagonistas e não telespectadores ou simples leitores. Elas necessitam inferir sobre o que veem e leem.

A convergência nos chama ao cume da criatividade. Explorar e interagir são palavras chave e desafiadoras a qualquer comunicador. A um bom tempo atrás li um artigo, do qual me arrependo até hoje por não tê-lo salvado, falando sobre como o jornalista deve escrever hoje. No texto se falava em escrever para o buscador Google. Por que? Simples, as pessoas estão lá agora pesquisando “n” temas e também escrevendo sobre eles.

Isso, como disse antes, mudou o eixo das informações de rotação. Anteriormente tínhamos uma pirâmide na relação mídia, indústria, governo e o povo. Os três primeiros – mídia, industria e governos – formavam uma pirâmide que engolia o povo em seu centro. A participação popular era zero, praticamente. Na nova ordem, devido à convergência de mídia, temos um quadrado com um grande vazio, fazendo do povo não uma fonte de informação, mas sim geradores e multiplicadores de informação e opinião. Ou ainda, posso dizer que temos um circulo, onde quem está “encurralado” são as mídias, as indústrias e os governos.  A ditadura da informação popular começou e inverteu os polos comunicacionais.


A era digital não só trouxe a interatividade, mas mudou o eixo da rotatividade da comunicação. Se algo não vai para os jornais, alguém coloca nas redes sociais. Se as indústrias não produzem tal produto, o povo questiona e alguém surge inovador com referido produto. Os governos literalmente estão pouco a pouco se tornando o que nasceram para ser, servidores da população.  Isto devido a novo modo de fazer militâncias e multiplicar ideologias. Sem fronteiras, um governo não mais sofre com pressões somente de seu povo, mas de terceiros que simpatizam e comungam de ideias daquela nação.

Nesta era convergir não significa mudar a rota e voltar a ser retilíneo, mas sim, convergir passa a ser transformar – interagir – com tudo ao seu redor construindo um ambiente a sua perspectiva e sem fronteiras. Os comunicadores devem sim escrever para o Google, o Youtube, enfim para internet e outras mídias e também para uma geração que não se prende a retidão da informação ou entretenimento, mas se faz inserida em cada um deles como agente transformador da comunicação.


Convergir mídia para as grandes empresas e veículos de comunicação não ser apenas entendido como replicar conteúdos, produtos e outros, mas devem ser compreendidos como interação entre a empresa e seus clientes. 

Saiba mais:

Apresentação feita pelo Padre Evaldo Souza, diretor da TV Aparecida e Portal do A12 sobre convergência de mídia.


quinta-feira, 9 de maio de 2013

Logotipo, logomarca ou simplesmente logo

No meio de comunicação muito se fala sobre essas nomenclaturas. O que importa é que todos são a mesma coisa, embora vá encontrar alguns profissionais da área que juram de pés juntos que não. 

No mercado até ouvimos muito mais a palavra logomarca em relação a logotipo. Logo, no dia a dia, passa ser um diminutivo das expressões. Mas, tirando as polêmicas em torno do nome ou nomes, o termo logo é de suma importância na vida comercial de qualquer empresa e de seus produtos. 

Assim como temos nossos nomes e nossos apelidos que nos fazem reconhecidos pelo maior número de pessoas possíveis e que nos apresenta a alguém desconhecido, o  logo exerce esse papel nos produtos, marcas e empresas. Além é claro, que dá vida ao inanimado e nada humano "produto comercial". 

Digo isto por algo simples, por exemplo, o que seria da Coca Cola sem seu logo? Ou ainda da Globo e seu padrão de qualidade? Ou ainda do aço da Usiminas, do petróleo da Petrobras? Como íamos identificar o nosso produto preferido se não houvesse como identificá-lo? Essas perguntas possuem apenas uma resposta: Logotipo. Ou mais duas possíveis: logomarca ou logo. É essa função do logo que faz dele indispensável às empresas e seus produtos. Só com o logo é possível criar vinculo e fidelizar clientes.

O que caracteriza e faz com que aquele produto e empresa se relacione com o seu cliente de forma a gerar vinculo é o logo. Daí a importância de uma bom logo que marque a empresa e fixe na memória do cliente.

Sabe, eu não publicitário, e portanto não domino a "arte de criar logotipo", mas como Jornalista, amigo de publicitários e por ter mais de 3 anos trabalhando em assessoria de comunicação desenvolvi algumas noções básicas para tal. 

Ao longo de minha curta carreira criei alguns logos e refiz outros.Veja alguns: 
Primeiro logo desenvolvido para a comunidade criado por mim

Novo logo, revitalizado e modernizado

Logo criada para a Paróquia Sagrada Família


Refação do logo da Comel para reabertura da empresa


  

sexta-feira, 19 de abril de 2013

A circularidade do tempo


Penso. Logo posso escrever-lhes o que penso. No entanto nuca havia antes parado para logar - de logos: pensamento racional - sobre a circularidade do tempo. Tudo começa onde termina ou o contrário.
Essa grande roda do tempo me faz pensar sobre questões que permeiam hoje e que foram sabatinadas pelos grandes pensadores e pequenos analfabetos - no entanto não menos sábios - como por exemplo a excomunhão e o poder eclesial. É fato que tirar de um fiel a possibilidade de participar efetivamente de sua fé é transtornador, porem justo, se este não é fiel aos seus pensamentos.
O tempo roda e nos leva a caminhos nunca antes pisados e/ou muito pisoteados, a ponto de se quer sentirmos as pedras pelo caminho. Esse circulo vive inebriado de poeira e rastos. Tudo para que compreendamos que o tempo passa e volta atras com a mesma alegria com que nos feriu ou nos fez sorrir.
A tempos e tempos. O homem sabe disso muito bem, mas não foi suficiente tal conhecimento para amadurecer a sua sabedoria. Por mais hodierna que seja a sociedade mais atrasada em seu tempo ela se encontra. Contemporaneidade nesta época não passa de um palavra souta e sem significado.
Estar elem do seu presente não é destruir seus valores construídos ao longo dos anos. Ser contemporâneo é pensar com a mente de quem já viveu uma tempo. Uma época. De quem experimentou e experienciou de tudo uma muito, e não um pouco. 
O tempo é passageiro, mas de vez em quando nos embarca com a mesma bagagem. Em nossa retorica minimalista não reconhecemos aquilo que vivenciamos antes.
Póstuma é a sabedoria, ou não. Ao menos é o que tempo nos apresenta. A sua circularidade nos coloca em uma prisão. Pode ser também, que não o interpretamos e escolhemos permanecer no circulo vicioso e protegido do tempo.
Circulai-vos, pois o tempo não espera, caminha a passos não acompanháveis, ora por nossa falta de paciência, ora por nossa extrema vagareza.
                                                                                                                                                                                     por Marquione Ban

Saudades


Saudades de alguém.
Saudades de algo.
Saudades do tempo de minha infância.
De quando minha casa era enorme.
De quando eu era astronauta, super-herói.
Da imaginação.

Saudades da falta de seriedade,
do descompromisso,
das amizades,
das inimizades de alguns minutos.

Tenho saudades de alguém.
Quem será esse alguém?
Ninguém? Não.
É meu melhor tempo.
Minha melhor fase.
Onde todos eu amava.
Onde todos me amavam
e eu, simplesmente podia se eu.
Marquione Ban

quinta-feira, 28 de março de 2013

Portal, blog, site, perfil no “face”, Fanpage, Twitter ou ainda G+, o que devo ter?


Nesses quase três anos de gestão de redes sociais e edição de conteúdo para sites, blogueiro e usuário ativo das redes tenho observado o uso diversificado dessas mídias digitais. Por isso também, muitos me perguntam o que deveriam fazer para sua empresa, consultoria e outras projetos. Uma das dicas que sempre dou é ler qualquer obra de Pierre Levy – papa das comunicações digitais. Outras dicas darei agora.

Antes de tudo, é importante que saibamos do que estamos falando. O que é um site, um portal, um blog, um perfil em uma rede social e o que é uma página nesta mesma rede? Só para compreendermos definições simplistas sobre cada uma desenvolvidas pelo meu entendimento.

Portal – Site que direciona a outros pertencentes ao mesmo grupo comunicacional ou parceiros. Um exemplo é o Globo.com que possui vários sites de seu grupo e os concentra em um único lugar, mas permite também ao internauta acessá-los de forma independente. Sem entrar no portal. Para se ter um portal é preciso ser um grupo ou ter vários parceiros, na minha visão, pois se assim não for, não há como gerar conteúdo o suficiente para tal.

Site – Geralmente corporativo ou comercial é usado para apresentar a empresa, produto – embora aqui caiba até um hotsite (página feita específica para um produto) – notícias, informações técnico-administrativo, histórico e etc. Deve ser sempre atualizado principalmente com informações relacionadas as empresa. Não é blog para que o diretor, dono ou outro pessoas coloque seus textos opinativos e pessoais. Também não é coluna social. Muito cuidado com isso. O site deve ser a loja da sua empresa, o cartão de visitas, só que virtual. Simples assim.

Dois sítios que administro. Um pelo meu emprego, Unipac Vale do Aço, e outro como voluntário, PSF Ipatinga.  

Blog Unipac Virtual

Blog – A principio foi criado para ser um diário eletrônico. Isso mesmo, um diário no velho estilo escreva o que fez no dia. Depois passou a ser usado como ferramenta de informação, divulgação de produtos, opiniões e outras coisas mais. Possui um caráter informal e descontraído.  Ótimo para as empresas que querem explorar junto ao clientes um outro lado, com dicas informais, debates, opiniões. Mas lembre-se, no caso de empresa, o blog deve seguir a linha dos seus produtos e serviços. Exemplo, se você tem uma borracharia, fale de dicas automotivas, ecologia, pneus, tecnologia de automóveis e etc. Assuntos correlatos que se colocados no site destoam com a sua proposta comercial, mas que cabem em um blog. Não seria legal sua borracharia abordar o tema religião, afinal não está na sua pauta comercial e muito menos é correlato. 

O blog pode ser útil também as empresas que ainda não tem um grande volume ou ao menos com frequência de informações, notícias, produtos ou ainda, dinheiro para manter um site. Ideal para autônomos.  

Vejam só, os blogs que administro e já administrei.



As redes sociais são um capítulo a parte. Temos tantas e fica difícil mencionar todas. Por isso vamos ver as mais famosas e algumas interessantes.

Facebook – como todos sabemos, afinal quem não tem perfil no “face”, é uma rede de compartilhamento de fotos, vídeos, frases, besteiras e blá blá blá. Nele é possível criar páginas (fanpages) e grupos, que podem ser abertos e fechados. As páginas são recomendadas para pessoas muito populares, empresas, instituições, ONG’s e por aí vai. Portanto, se é uma empresa crie uma página e não um perfil. Lembre-se empresas, negócios, produtos não são pessoas, mas que os consome sim. Cuidado ao monitorar sua página. Sempre a mantenha atualizada e responda o mais rápido que puder ao seu "curtidor." Não o deixe no vácuo. Não ignore as criticas. Essas dicas valem para todas as outras redes. Esteja presente.  

Atualmente além de gerir  duas páginas institucionais no meu trabalho (facebook.com/UnipacValedoAco e facebook.com/UnicaEscoladeNegocios) sou proprietário e editos de outras páginas na rede:facebook.com/Oanunciador, facebook.com/ParoquiaSagradaFamiliaIpatinga e facebook.com/TeatrodaPaixaodeCristo.  

Twitter – é um microblog. Todas as características do blog se aplicam aqui com exceção de que no twitter o espaço disponibilizado para divulgar o que se quer é de 140 caracteres. Ah! Não posso deixar de mencionar que no Twitter as coisas são rápidas. Uma opção legal para o Twitter é vincular o seu blog, site e/ou outra coisa que você tenha através de um “robô de compartilhamento”. O que seria isso? Todas as vezes que você postar no seus site, blog, “face” as mensagens são encaminhadas diretamente para seu Twitter, mas não se esqueça de sempre postar direto dele também. Contato é tudo no Twitter além de agilidade nas respostas de seus seguidores.

Se alguém quiser me seguir é só pesquisar @marquioneban

G+ ou Google Plus – No começo pensei que se tratava da versão da Google para o “Face”. No entanto não é só isso. Essa é a nova rede da Google que tem algumas características do Facebook e incorpora com grande facilidades as outras ferramentas da Google. Agora tem um novidade, via Hangouts você pode transmitir qualquer coisa pelo Youtube.

Se alguém quiser me seguir no G+ é só clicar +marquione ban 

Essas duas redes que vou falar agora são ideais para professores,palestrantes, blogueiros e também para empresas. Basta direcionar o conteúdo. 

Uma delas é o Slide Share. Ele é uma rede de compartilhamento de slides. É ótima quando há a necessidade de se colocar no site ou blog uma apresentação uma vez que permite ao leitor visualizar o seu arquivo sem baixá-lo. Usei no post abaixo para apresentar os menes. Outra é SoundCloud – rede de compartilhamento de áudio – que permite a você disponibilizar seus spots, músicas e outros sons de forma rápida.

Por fim, site, blog, rede social e outras ferramentas midiáticas para empresas, empresários, empreendedores e outros precisa de analise e plano de comunicação e marketing. Antes disso, tudo que se fizer pode dar certo por sorte, e apenas sorte, ou pode ser um fracasso total, o que quase sempre acontece. 


sábado, 23 de março de 2013

Memes uma ótima forma de divulgar suas ideias

Para quem não sabe o que é um meme, vale a simples definição que dou: são imagens, fotos e vídeos que viram moda na internet. Alguns fazem tanto sucesso que acabam se tornando um viral. Viral é assunto para outro post, pois envolve discussões complexas, afinal há quem diga que não exista nada viral ainda na internet - na minha opinião são loucos os que afirma isso.

Para entendermos melhor, meme é aquilo se propaga intensamente. Um exemplo são os trolls – termo que vem de trolando e ganhou uma americanizada. Contudo outros defendem que vem de troll mesmo. Criaturas do folclore escandinavo. Mas, o assunto não é esse. Sabe aquelas carinhas engraçadas que quase sempre aparecem “trolando” alguém, alguma coisa ou até mesmo ideias? Esses são legítimos memes.

Esses trolls se propagam quase que sozinhos pela rede. Isso é um meme.

De acordo com o Wikipedia, que é para dar credito sim a ele, o termo meme, foi criado em 1976 por Richard Dawkins no seu bestseller “O Gene Egoísta”. É considerado como uma unidade de informação que se multiplica de cérebro em cérebro ou entre locais onde a informação é armazenada (como livros ou na intenet, nosso caso). Já no que diz respeito à sua funcionalidade, o meme é considerado uma unidade de evolução cultural que pode de alguma forma autopropagar-se.

Nesse sentido, e juntando minhas ideias, meme é algo replicativo e construtivo. Replicativo porque se faz replicar com suas ideias ali contidas e também construtivo, pois forma pensamentos ou até os corrompe – corromper é desconstruir para construir outro coisa no lugar mesmo que essa ideia já tenha sido desenvolvida antes.

Não sei de entenderam o que seria meme, mas creio que ajudei um pouco, ou não. Abaixo alguns memes que produzir para meu blog O Anunciador. Ah! Antes que esqueça, os memes são excelentes ferramentas de marketing para web. Ajudam a divulgar seu site, blog e seus ideais construindo uma rede de pessoas “conveniadas” àquele pensamento. Sabe, meme é rede. Simples assim.  




sexta-feira, 22 de março de 2013

A batalha no TCC gerou "Na Batalha - Um Recorte do Cenário Musical Autoral do Vale do Aço"

Quem já passou por uma graduação sabe como se batalha no TCC - Trabalho de Conclusão de Curso - e também de como se estressa com isso para no fim, apresentar em 20 minutos e descobrir que não causa dor alguma o temido TCC. 

O vídeo abaixo é parte do meu TCC, feito em conjunto com amigos de curso. O "doc" busca refletir sobre o cenário da música autoral no Vale do Aço mineiro. 

Devido as batalhas que enfrentamos e em especial eu tive com algumas situações, esse é e será o o trabalho acadêmico que mais tenho orgulho. Assistam. Vale a pena! Como já disse, tenho  orgulho enorme de expor aqui essa ideia conjunta com os amigos Gederson, Breno e Gulherme.

Curtam ai!

“Na Batalha – Um Recorte do Cenário Musical Autoral do Vale do Aço” é um documentário que apresenta, sobre a ótica das bandas, produtores e público, os problemas enfrentados pelos artistas para mostrarem seus trabalhos próprios. Por que fazer música autoral? Quais as dificuldades de se tocar música autoral no Vale do Aço? Os empresários locais apostam em artistas com trabalhos autorais? E o público: prestigia ou prefere sempre as bandas covers? Uma investigação na cena musical do Vale do Aço em busca de respostas e soluções.



#Ficaadica: "Um sonho de liberdade", um filme que vale a pena ser assistido


Injustiçado no Oscar, quando disputou a premiação, Um Sonho de Liberdade, com certeza, recebeu o melhor o prêmio que podia receber: a consideração do público e da critica. Só para constar, Um Sonho de Liberdade perdeu o Oscar para o Forrest Gump: O contador de histórias. 

Injustiçado no Oscar e consagrada pelo público. Essa ideia é mais real e perceptível quando se vê o filme. A atuação dos protagonistas, Morgan Freeman, que merece um capítulo a parte, e de Tim Robbins são excepcionais. 

Morgam dá todo um volume a história e nos prende ao conceito de liberdade. O que é? Onde ela está? Já Tim Robbins deixa claro que sua personagem já sabe essa resposta desde seu julgamento.   

Esse filme não há como só assistir. O telespectador entranha-se na história e desde o começo do filme fica ligado a carga de sofrimento que cada personagem tem. Um sofre por saber onde está e o que é a liberdade. Outro, por não a ter descoberto. 

O filme nos convida a uma profunda reflexão sobre isso. O que é a liberdade e onde ela está? As respostas cada um achará ao ver o filme e dependendo da posição que se encontrar em sua vida. Podemos ver pelo ângulo dos presos institucionalizados   ou ainda pela pele "pele" do inocente, que na prisão paga por algo que não cometeu. Embora, ali, como diz a personagem de Morgan Freeman, "todos são inocentes".  Assim, passa a nós, a ideia de que para muitos daqueles presos a liberdade é está no presídio. Para outros, ou melhor um, Tim Robbins, não. A liberdade está lá fora.  

Sinopse

A história de passa em 1946, quando Andy Dufresne (Tim Robbins), um jovem e bem sucedido banqueiro, tem a sua vida radicalmente modificada ao ser condenado por um crime que nunca cometeu, o homicídio de sua esposa e do amante dela. Ele é mandado para uma prisão que é o pesadelo de qualquer detento, a Penitenciária Estadual de Shawshank, no Maine. Na prisão, ele irá cumprir a pena perpétua. Andy logo será apresentado a Warden Norton (Bob Gunton), o corrupto e cruel agente penitenciário, que usa a Bíblia como arma de controle e ao Capitão Byron Hadley (Clancy Brown) que trata os internos como animais. Andy faz amizade com Ellis Boyd Redding (Morgan Freeman), um prisioneiro que cumpre pena há 20 anos e controla o mercado negro da instituição.



quinta-feira, 21 de março de 2013

Que finde o Capitalismo


De vez em quando me aventuro no mundo da literatura e penso ser um escritor. Audácia a minha. Porém, como somos livres para dizer e fazer o que pensamos - em tese sim - resolvi escrever esse poema. Postado no blog Pensamentos Póstumos, do qual tenho de voltar a alimentar. 
Que finde o Capitalismo 
Certa vez cismei e escrevi um poema.
Uma história linda, que autor algum poderia imaginar.
Foi então que vi a burrada que acabara de fazer.
O que era novo, se torneou velho e conhecido.
Somente em minha mente havia existido tal novidade.
No mundo…
O que pensei era apenas plágio.
Cópia de algo que não era efêmero.
Copiei Max, Platão e Shakespeare.
Assis, Drummond e Clarice.
Tudo em min já havia sido escrito.
Tudo que ali pensei se foi.
Um dia voltará.
Ai escreverei um amor que não há.
Um Anjo nunca escrito.
Pedra no caminho, não hei de encontrar.
Afinal, na caverna
não mais estarei, pois um revolução causarei.
Que finde o capitalismo.
por Marquione Ban