sábado, 5 de março de 2016

Carreira: postagens nas Redes Sociais X Empresas e Chefes

Essa semana me chamou a atenção uma postagem de um amigo. Nela, ele comenta sobre posts de colaboradores que externam nas redes socais (Facebook, Twitter, Snapchat e outras) seus sentimentos de frustração com o ofício, empresa e também com o dia. Afinal, nem todos possuem bom humor constante ou motivação diária para ser feliz full-time.
A postagem me incomodou. Não no sentido de ofensa, mas para olhar aquele texto entre linhas e ver as possibilidades que ele me dava de pensar sobre o assunto. Sei que nove a cada dez orientadores de carreira dizem para você não postar coisas assim: 



Contudo, olhei e reflito esses memes por outro ângulo. O do colaborador que está desmotivado e o da empresa que perde a oportunidade de entender melhor seu funcionário e fazer com que ele produza mais. Porque quem está motivado trabalha feliz e produz mais e com qualidade. 
Outro ponto para essas analise, é que ainda não entendemos o significado das redes sociais no nosso dia a dia. Muito menos que elas amplificam nossos discursos e geram ecos e ruídos.
Afinal, qual a diferença em dizer que o dia e trabalho está chato numa mesa de bar, dentro do ônibus, refeitório e de falar isso no Facebook, Twitter e outras redes? A diferença é bem simples. Trata-se da potencialidade, do eco e ruídos. Em nossas redes sociais físicas, digamos assim, o máximo que pode ocorrer é uma fofoca. Nas redes digitais, o seu discurso se propaga ao “infinito e além”. Gera eco. Gera demissão.
Mas não é para ser assim. Como  disse, analisei e analiso essas postagens por outro ângulo. Vejo que há nelas uma oportunidade das empresas de trabalhar a motivação de seus colaboradores, de mensurar como anda esse item tão importante para a empresa. Se o gestor for esperto, e não chefe, isso porque há uma pesquisa que mostra que temos nossos imediatos nas redes sociais, ele se apropria do post para interagir e motivar o colaborador.
É esse time que as empresas em seus RHs engessados pelos métodos tradicionais tem perdido. E assim, perdem excelentes profissionais. Excelentes pessoas. E ganham problemas incalculáveis.
Como fazer essa abordagem, eu não sei ao certo. Apenas sei que é urgente reavaliar nossas posturas offline no mundo de bits e bytes. Precisamos levar o toque humano, que hoje está ausente de nossas relações, até mesmo fora do digital, para esse pequeno ambiente hoje tão comum e hostil.
E você, o que pensa sobre essas postagens? O que pensa sobre nosso comportamento nas redes sociais de bits e bytes e também nas de carne e osso? Deixe seu comentário.
por Marquione Ban

sábado, 21 de novembro de 2015

O que eu estou fazendo?

Há muito não posto aqui ou em qualquer outro blog que meu.
Estou sendo sugado pela preguiça em pensar
e em expor minhas opiniões.
E de quem é a culpa?
Exclusivamente minha.
Minha tão grande culpa.

Minhas escolhas assentam com meus ideais.
Preciso repensar.
Reciclar.
Preciso do novo.
Urgente!

Minha voz não clama por justiça.
Meus sonhos não são bons.
Minha vida está presa em um único lugar.
Única opção que me dei.
Contraditório a tudo que fui e que proferi.
Acho que morri feito o Rio Doce.
Acho que enlouqueci
feito um governante em meio a crise.

Não vejo portas.

Vejo apenas uma caminho.
E quado olho para o lado e encontro atalhos ou rotas de fuga,
minhas pernas tremem.
Sigo em frente.
Continuo a caminhar pelo velho caminho
que conduz a minhas próprias amarras.
Não mudo a rota.

Construí minha cadeia.
Cerquei com o pior dos arames.
O medo.

O que eu estou fazendo?
Nada.
"Socorro!"
Posso até gritar,
mas não me ouço,
ou não quero escutar.

Por Marquione Ban

sábado, 5 de setembro de 2015

As tendências para o Marketing Digital em 2016

Ano que vem promete consolidar de vez o mobile. Os mais resistentes terão de cair diante do novo "rei do trono de ferro digital". O que estamos falando a tempos em nossas rodas de conversa é a previsão mais certeira para 2016.

Outra previsão, que para mim já é realidade, é o marketing de conteúdo. Veja nesse infográfico desenvolvido pela Iinterativa e o Infobase. Clique na imagem para ampliar.



 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

domingo, 28 de junho de 2015

Banner para site e redes sociais

Peças foram desenvolvidas para a gestão de conteúdo das redes sociais e site da Faculdade Única. 

1- Memes associados ao vestibular 2015/2



"'A vida me ensinou a nunca desistir
Nem ganhar, nem perder mas procurar evoluir" - Charlie Brown Jr - 
Evolua, inscreva-se já no vestibular Únicagoo.gl/OtgGOg'"


2 - Comunicações de melhorias internas da faculdade. Esse post rendeu mais de três mil views em 6 horas de postagem. 



 3 - Palestras, seminários e eventos em geral da Faculade




3.1 - A ponte de macarrão foi um evento muito legal na unidade de Ipatinga-MG. Como texto para a postagem usei esse:

"Na segunda-feira e na quarta os alunos do curso de Engenharia Civil vão gladiar pela melhor Ponte de Macarrão. E inovar com a Feira de Ideias. Venha e participe! Entrada gratuita! http://migre.me/qmuL3"

Para o dia do evento

"Bem amigos da Única Ipatinga! Daqui a pouco começa o Desfio." 







quinta-feira, 14 de maio de 2015

Texto: Um ensinamento que Jesus nos deixou e nós ignoramos

Escrever parece ser fácil. Escrever sobre Deus parece ser mais simples ainda. No entanto é muito complicado. Um pelo conhecimento dogmático que você tem de possuir e outra pela polêmica que pode causar ao contradizer  tais ensinamentos. Em meu blog O Anunciador essas dicotomias estão presentes e se correlacionando a todo o tempo.

Abaixo, um exemplo claro de como é possível passar pelas duas perspectivas. Discorrer sobre o a doutrina e ao mesmo tempo criticá-la. Leia:

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Esta semana comecei a refletir sobre muitas coisas. Umas delas envolvia essa história de estado laico e também comportamentos sociais contemporâneos. Muito se fala. Muito se opina. E muitos tem a verdade encrustada em suas pronuncias. Ao menos pensam que tem. Mas o que isso tem há ver com os ensinamentos de Jesus? Tudo, meu caro padawan.
Comecemos pelo ensinamento que ignoramos: o livre arbítrio.– Mas esse ensinamento é conhecido de todos. Deus nos deu. Como pode ter sido ensinado por Jesus?– Explico.O livre arbítrio nos foi dado por Deus desde nossa concepção. Se assim não fosse, não haveria fruto proibido no Jardim do Éden. Mas essa é outra história, um tanto quanto complicada. O que quero dizer é que temos nossas escolhas. Optamos por entrar ou não para o Reino de Deus, para a permanência do Pai, embora Ele queira todos consigo. Mas, ainda sim, podemos escolher.
Jesus nos ensinou muito sobre o livre arbítrio, pois ele mesmo pode escolher em obedecer ao Pai ou não. Em sua oração ele pediu que fosse afastado dele o cálice. Depois, em plena convicção e comunhão com o Pai disse: “Meu Pai, se é possível, afasta de mim este cálice! Todavia não se faça o que eu quero, mas sim o que tu queres”. (Mt 26, 39). A vontade de Deus é que importa para Cristo. Ele nos ensina a obediência, o amor. 

Continue lendo....

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Peças e Peças

Meme para o curso de Farmácia da Unipac
Peça produzida para Unipac
Capa do Manual da Unipac


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

“Êxodo: Deuses e Reis” um filme sobre escolhas e caminhos

Talvez seja moda ou não, mas no último ano assistimos Noé, e este ano vimos Êxodo: Deuses e Reis. O primeiro causou polêmica ao mudar a história de modo sutil mas mudou contata nas catequeses e escolas dominicais por aí. Personagens sumiram e Noé foi apresentado como um homem novo, forte e galã. Com “Êxodo” não é muito diferente. Mas espera aí…que bom que temos tido filmes retratando a história do povo de Deus e suas aventuras.
Sobre Êxodo ou Exodus: Deuses e Reis tenho muitas percepções a contar. Alguns fúteis, outras não. Vou me ater às que realmente considero importante. Para começar, lembro que no filme há momento em que o choro vem ao ver a fé de um povo sofrido. Não todos desde povo, mas daqueles que a guardam, assim como nos dias de hoje poucos fazem. A experiência de ver um Moisés herói, general e obediente mesmo sem crer surpreendeu a mim que fui criado na fé católica. Vi um Moisés mais Batiman do que nunca. [Consideração fútil].
Christian Bale como Moisés
Christian Bale como Moisés
Aprendi, ou melhor, aprendemos que Moisés era mais velho e gago, mas que ao ser chamado por Deus não o contestou. Teve fé e isso bastou. Vivi uma catequese que mostra um Deus rígido no Antigo Testamento e que nunca abandonou seu povo. Mas… [Cuidado, pode ter pequenos spoilers]…. que em uma frase de Moisés no filme se apresenta rancoroso, vingativo. Deus não o respondeu quando questionou que Ele abandonou seu povo 400 anos na escravidão. Não com essas palavras, mas o fez.
Escravos mas com fé.
Escravos mas com fé.
Nunca vi uma representação de Deus como a desse filme. A sabedoria divina está lá, mas a inocência cruel de uma criança que brinca com formigas também.
Além da fé, este filme também mostra um homem, santificado em nossas histórias e nas páginas da Sagrada Escritura, com pecados e dúvidas. Descrente. Com medo. Não que lá na Bíblia isso não fique relatado, mas os que nos contarem ainda crianças se que mencionam isso. Sem falar que quando lemos essa história ignoramos tudo isso.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Brincando de criação II #Portfólio


Cartão de Natal desenvolvido para a Unipac.


Já o e-mkt abaixo é um trabalho desenvolvido para o curso de Pós-Graduação em Marketing Digital. Fizemos o wireframe e o resultado foi esse. A empresa escolhida para a ação foi o bar da minha cidade Poita e Puçá.


domingo, 21 de dezembro de 2014

SOCIAL COMMERCE: O CONSUMIDOR E SUA NOVA PRAÇA

Com a internet popularizada, as redes sociais assumem um importante papel. É por elas que fazemos tudo, seja combinar encontros com amigos, namorar, defender ideias, celebrar aniversários, etc. São nosso novo lar, nossa nova praça. E com as rede sociais surge uma necessidade, fazer tudo a partir delas, incluindo comprar.

Parece estranho isso, mas nada mais é que a realidade. A sociedade se faz mais virtual do que real. O que leva os comerciantes ao mundo digital por meio do E-commerce e agora pelo recém-criado Social Commerce.  

Social Commerce é a venda pelas redes sociais, F-Commerce (Loja dentro do Facebook), Twitter-Commerce, sem contar os perfis empresariais espalhados nas redes sociais por aí. Contudo, não é só chegar e fincar bandeira. É preciso entender esse novo mundo. O Social Commerce exige das marcas algo impossível no mundo off, humanização. Na web, a venda é de usuário para usuário. É preciso além de expor produtos fidelizar clientes. Fazer de sua marca uma “persona”, um alguém. Criar e ganhar admiradores e advogados. E, antes de tudo é preciso cautela.



Não se engane com os números no Social Commerce, antes de passear nessa nova praça planeje, estude, organize e então passeie. Lembre-se, hoje a informação é gerada por todos e não por um.

Marquione Ban
Coordenador de Comunicação e Marketing

da Unipac Vale do Aço
[Texto publicado, em versão editada, na Revista Aciati]

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Poemas, versos e frases. Apenas pensamentos

Indecisão 

Não sei se te quero…
ou a quero.
Não sei se te amo…
ou a amo.
Não sei se te desejo ou a desejo.
Se posso ou não.
Apenas sei que tenho medo.
Medo de amar.
Suas formas.
Suas piadas e
dramas.
Não sei.
por Marquione Ban
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Prisão 

Não nasci para ficar enjaulado
feito homem, mas…
livre como animais.
Como bom homem que sou,
me enjaulei.

                                                                                                                                     por Marquione Ban

Brincado de criação





e-mail marketing


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

7 dicas sobre Netiquetas

Recebi um e-mail descabido, pois não tenho outra palavra sem ser um xingamento para descrevê-lo. Um e-mail de assunto legal, mas a pessoa escreveu tudo em caixa alta. Isso mesmo, tudo em caixa alta. Um absurdo.

Então resolvi dar umas dicas aqui no blog sobre Netiqueta. Isso mesmo, netiqueta.

A Netiqueta, é o conjunto de regras de conduta para acomunicação realizada via internet.Ela surge como uma forma deestabelecermos uma relação respeitosa no ambiente virtual .A palavra parece uma gíria, mas é a junção de duas palavras: o termo inglês net ("rede") e o termo "etiqueta" (conjunto de normas de conduta sociais). Fonte: http://www.icmc.usp.br/manuals/BigDummy/netiqueta.html

Vamos às dicas

Para que a interação seja bem sucedida, seja ela via e-mail ou redes sociais e chats, é necessário que o usuário obedeça a algumas normas.
Veja abaixo algumas dicas:
1.    Evite escrever uma mensagem inteira em caixa alta. As letras maiúsculas indicam que seestá gritando, ou enfatizando algum termo ou expressão com o seu receptor;
2.    Ao enviar uma nova mensagem, especifique o assunto da mensagem no assunto;
3.    Seja claro e objetivo. Evite erros gramaticais e utilize a linguagem apropriada para o momento, evitando o uso de gírias ou palavras impróprias para a ocasião;
4.    Evite mensagens muito longas. A objetividade auxilia o receptor na compreensão da mensagem;
5.    Evite flames (brigas), no ambiente virtual. Lembre-se que estamos somos uma instituição de ensino e priorizamos a educação em todos os níveis. Nunca ofenda, xingue ou grite com alguém, dessa forma você evitará desgastes futuros com seus colegas e não perde o cliente;
6.    Ao enviar e-mail para mais pessoas, verifique o assunto para escolher a melhor maneira de enviar. Se for um convite, coloque os destinatários em cópia oculta.

7.    Ao responder um e-mail que veio com vários destinatários, observe o assunto e a necessidade de resposta para todos os envolvidos na conversa. Um exemplo, um e-mail solicitando confirmação em um evento deve ser respondido somente ao remetente. Já um e-mail, solicitando orientações sobre um processo que envolva mais de um setor pode ser respondido a todos os destinatários como procedimento a ser adotado. 





sábado, 19 de julho de 2014

Mais peças...

Essa foi produzida para a comunidade Menino Jesus, igreja que participo, no intuito de divulgar o 12º Arraiá da Fartura.



Essas outras duas, foram produzidas para a divulgação dos curso técnicos da Unipac com bolsas do Pronatec.



Ainda para divulgar o Pronatec na Unipac, criei um spot. Ouça, clique AQUI.

A Unipac Ipatinga agora tem cursos técnicos!
Isso mesmo! 
Técnico em Edificações e Técnico em Segurança do Trabalho.
E o melhor, são cursos do Pronatec. 
As inscrições começam no dia 21 e terminam 
no dia 25 de julho, 
no site sisutec.mec.gov.br. 
Acesse e inscreva-se. 
Informações 0800 724 2300
Transforme sua vida. Escolha Unipac. 



domingo, 6 de julho de 2014

#Portífólio: logo e banner para a Acompanharh

A Acompanharh é uma empresa desenvolvida para um trabalho acadêmico desenvolvido por amiga que trabalha comigo. Espero que ela dê continuidade, afinal é uma boa ideia.


sábado, 24 de maio de 2014

"Onde os fracos não tem vez". E onde eles tem?

E onde eles tem? Essa é a pergunta que fiz ao ver esse emblemático filme. Complicado ao primeiro olhar e esclarecedor no segundo. De fato, "Onde os Fracos não Tem Vez" não é para os fracos. Não vou me ater nesse comentário aos personagens, mas ao sentimento que tive ao ver o filme. 

Confesso que ao primeiro olhar detestei essa obra. Resolvi ver novamente e me apaixonei com o que entendi. Um filme de faroeste moderno, ao meu ver. Um filme que contradiz a história do herói que cai e levanta. Mostra apenas um herói saudoso e cansado. Mas não de vilões, e sim de uma sociedade menos compassiva com o errado. 

"Se fosse na época tal seria assim". Não é frase do filme, mas muitas vezes nos deparamos com tal afirmação não nas falas, mas nas cenas apresentadas onde todos querem um pedaço do bolo e ninguém mais liga com a "Honra" apresentada no Velho Oeste. Honra, o filme para mim fala muito mais dela como algo que existiu do que algo que exista. 

"Onde os Fracos não Tem Vez" crítica nossa inércia e nossa ganancia por tudo, menos a vida. 

Foi assim que vi e entendi esse filme. Li várias críticas e é bem provável que nenhuma aborde o que escrevi, mas é o que senti. Isso é o que importa. O que você sente ao ver o filme. Deixe suas impressões nos comentário.

Anton Chigurh (Javier Bardem)


Sinopse 


Texas, década de 80. Um traficante de drogas é encontrado no deserto por um caçador pouco esperto, Llewelyn Moss (Josh Brolin), que pega uma valise cheia de dinheiro mesmo sabendo que em breve alguém irá procurá-lo devido a isso. Logo Anton Chigurh (Javier Bardem), um assassino psicótico sem senso de humor e piedade, é enviado em seu encalço. Porém para alcançar Moss ele precisará passar pelo xerife local, Ed Tom Bell (Tommy Lee Jones).